Nosso amigo e árbitro Roberto Cabral apitou até o momento os seguintes jogos:
Dia 18 - KAZ x ESP (Men's)
Dia 19 - NED x KAZ (Women's)
Dia 23 - NED x NZL (Women's)
Dia 24 - JPN x GER (Men's)
Dia 26 - CHN x RSA (Men's)
Dia 27 - NZL x ESP (Women's)
quarta-feira, 27 de julho de 2011
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Árbitros Novos
Ontem, dia 06/7, na Piscina do Fluminense tivemos a estreia de 2 novos Árbitros. O André Cassinelli e o Beto que começaram com confiança e postura muito boa. Gostaríamos de elogiar a iniciativa de ambos em ingressar na nossa equipe e da-lós as boas vindas. Abaixo colocamos o e-mail que o André Cassinelli nos enviou:
“Cabral,
Gostaria de agradecer o convite e pela experiência de participar do torneio infantil ontem na piscina do Fluminense.
Por favor estenda meus agradecimentos à todos na mesa e aos outros árbitros, em especial ao Edmundo, pelo apoio e orientação.
Gostei!
Pode contar comigo!
Abs e obrigado novamente,
André Cassinelli”
terça-feira, 5 de julho de 2011
sexta-feira, 1 de julho de 2011
RESPOSTA
Toda equipe tem que ter alguém respondendo pelo time no banco de reservas. Se por algum motivo não estiver presente um técnico, auxiliar ou dirigente, cabe a equipe se assegurar que qualquer pessoa que não seja um jogador constando da lista entregue antes da partida, assuma a função no banco como responsável pelos seus jogadores. Se não houver ninguém, o árbitro poderá suspender a partida e entregar as autoridades representativas da competição um relatório dos acontecimentos para então ser submetido a julgamento.
Roberto Cabral
Arbitro Internacional FINA
Aproveito a oportunidade para comunicar que durante este mês de julho as perguntas, comentários e matérias serão postadas pelos demais colabores do Blog em conseqüência da minha ida para Xanghai, onde participarei do meu último Campeonato Mundial (o primeiro foi Madri, 1986), pois para o próximo já terei completado a idade máxima permitida pela FINA, para ser integrante do quadro de arbitragem. Se puder mando novidades ou se não com certeza trarei no meu regresso como sempre com grande satisfação.
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Torneio Infantil da FARJ
A novidade será a estréia de 4 novos árbitros e sempre teremos a supervisão, a cada final de semana, de um arbitro da FINA que fará arbitragem, avaliação e relatório.
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Carta Doriel Terpenka
Hi Roberto,
Again, would like to mention that being in Sao Paulo help me very much. Thank you and Brazilian Federation and people involved in Water Polo for having me there.
Just wanted to say hi from here. It is all over now. Serbia won the championship. We had great games and referees were up to the task.
Personally I had 4 games. My biggest one was semifinals Serbia USA. According to delegates and Gianni I did fine. Will see what it means in the future. Medal games were given to 4 neutrals (even though I think I had a good chance to get the finals). Will talk more when I see you. All together it was a very good tournament for me.
Best Regards,
Doriel
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Jogo no centro, a difícil luta pela posição!
Mais uma vez tivemos a oportunidade de contar com a presença de um árbitro convidado para se juntar ao nosso quadro de oficiais da CBDA. Nesta oportunidade contamos com a participação do Sr. Doriel Terpenka, árbitro Canadense e natural da Sérvia que muito nos ajudou nos cinco dias de competição da Taça Brasil de Pólo Aquático realizada em São Paulo neste último fim de semana.
Vários aspectos referentes a arbitragem foram observados por mim durante os jogos ,mas o que mais me chamou a atenção foi o jogo de centro, mais especificamente a quantidade de faltas cometidas pelo atacante. Vale frisar que a exemplo dos últimos três árbitros convidados (dois Croatas e um Espanhol) todos tiveram a mesma interpretação neste sentido que inclusive mostra que a nossa arbitragem caminha de forma igual com as determinações da FINA.
Mas onde está o erro? Insistir que nós árbitros Brasileiros apitamos de forma errada parece ser insano. A meu ver, o erro persiste na forma do centro jogar ou se posicionar facilitando assim o trabalho do marcador e por conseqüência a marcação de uma falta de reversão.
Outro aspecto importante, agora tirando o peso dos ombros do jogador de centro, é a colaboração dos companheiros de equipe. Em competições internacionais, fica claro de ver que a equipe trabalha para o centro e não ao contrário como vemos por aqui. Melhor explicando: Se levarmos em conta que uma equipe treinada leva dez segundos para chegar ao ataque, fica restando pouco tempo para o jogador de centro se posicionar. Se ao definir a sua posição no centro este jogador não receber de imediato a bola, este passa a procurar alternativas, e o que ocorre com frequência é ao se aproximar o termino de posse de bola, este jogador parte para uma ação faltosa, a qual é assinalada pela arbitragem para desespero dos técnicos e torcedores.
Talvez uma conversa entre técnicos, jogadores e árbitros minimizassem estes problemas.
Roberto Cabral
Árbitro Internacional FINA
segunda-feira, 13 de junho de 2011
PERGUNTA
Se um time se apresenta para o jogo com o seu técnico sendo também um jogador, qual seria decisão do árbitro
- Permitir
- Não permitir
- Permitir desde que quando fora d’água o técnico fique sem a touca e com vestimenta adequada
- Permitir somente quando não houver mais jogadores substitutos
Roberto Cabral
Árbitro Internacional FINA
RESPOSTA
Pela regra, o goleiro pode chutar direto a gol desde que o faça em movimento contínuo ao cobrar um tiro de gol. Neste caso o goleiro ao cobrar o tiro de gol nada com a bola e recebe a falta. Como a falta a ser cobrada ficou antes da linha dos cinco metros do gol adversário, o gol é valido.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
PERGUNTA
O goleiro ao cobrar o tiro de gol não o faz de maneira imediata preferindo dar algumas braçadas, então um jogador adversário ao tentar recuperar a bola faz uma falta. Ao cobrar esta falta o goleiro chuta ao gol adversário convertendo um gol. Qual deverá ser a decisão do árbitro.
1- Aceitar o gol
2- Não aceitar o gol
3- Reverter a posse de bola
4- Repetir o tiro de gol
Roberto Cabral
Árbitro Internacional FINA
quarta-feira, 1 de junho de 2011
terça-feira, 31 de maio de 2011
Procedimentos Organizacionais
Senhores Árbitros:
Como é de amplo conhecimento a CBDA realizará no período de 08 a 12 de Junho em São Paulo, a Taça Brasil de Polo Aquático Masculino e Feminino. As competições acontecerão em 03 piscinas, Paineiras, Pinheiros e Hebraica com jogos simultâneos em alguma etapas. As finais acontecerão no Domingo pela manhã, conforme programação de jogos e escala de tabela que estará sendo divulgada essa semana.
Dessa forma, alguns procedimentos organizacionais estão sendo tomados e solicitamos que seja cumprido em sua totalidade:
1. Após receber a Tabela de Jogos e Escala da Coordenação de Arbitragem da CBDA, confirmar a presença através de e-mail para eventospolo@cbda.org.br;
2. Os árbitros e oficiais de arbitragem devem estar presentes no local de jogos pelo menos 45 minutos antes de seu início e 30 minutos antes, já uniformizados;
3. A apresentação deve ser feita ao Delegado Geral da competição e ou ao Delegado do Jogo. Recomendamos que conversa com amigos, entrevistas e outras formas de comunicação com pessoas fora do quadro de arbitragem devem ser feitas antes dos 30 minutos que antecedem os jogos. Isso é uma forma de garantir a imparcialidade do quadro de arbitragem e resguardar os mesmos de críticas externas;
4. Após os jogos, é obrigatória a conversa com o Delegado e ou avaliador dos jogos. A conversa tem por objetivo discutir aspectos observados externamente.
5. A CBDA estará disponibilizando para o evento camisas com as logos dos patrocinadores que deverão ser utilizadas;
6. Aspectos disciplinares deverão ser considerados ao máximo por parte dos árbitros. Reclamações de banco, atletas e dirigentes devem ser punidas de imediato em conformidade com a Regra. A não aplicação da regra nesse sentido, levará o afastamento do mesmo na competição. Informamos, ainda, que questões de interpretação de jogada são de exclusividade do árbitro, não cabendo interferência de qualquer pessoa.
7. O pagamento será feito ao final da competição, após realizadas as premiações. Não será efetuado pagamento antes. Entretanto, quem NÃO puder esperar ou NÃO estiver presente na hora do pagamento, receberá na semana seguinte (no prazo de 07 dias úteis) em conta bancária a ser disponibilizada pelos oficiais de arbitragem;
8. A CBDA estará arcando com hospedagem e alimentação em hotel para árbitros FINA, NÃO residentes em São Paulo, a partir do dia 08 de Junho. Solicitamos a confirmação de check in a partir do dia 08, ou confirmar o dia de chagada. Lembramos que a CBDA está fazendo a competição com recursos de Lei Incentivada, e que dessa forma NÃO podemos arcar com multas referentes a NO SHOW. Solicitamos, ainda, que todos os Oficiais de Arbitragem do Rio e fora da cidade de São Paulo, levem OBRIGATORIAMENTE, o comprovante de residência para anexar ao processo;
9. A CBDA estará disponibilizando transfer aeroporto-hotel-aeroporto e transporte interno, com saídas únicas de acordo com os horários a serem pré-determinados. Os oficiais que quizerem utilizar transporte próprio poderão fazê-lo.
10. Os comprovantes de ticketes aéreos deverão ser entregues ao Supervisor Geral de Polo Aquático da CBDA. Os árbitros de outras cidades terão reembolso de passagens de ônibus.
11. O árbitro Doriel Terpenca do Canadá estará compondo a equipe de arbitragem da competição e cumprirá da mesma forma as determinações da organização do evento;
12. Em qualquer momento que se fizer necessário, o Delegado Geral da Competição e o Coordenador da Arbitragem poderão convocar os Oficiais de Arbitragem para reunião de avaliação.
Na certeza de que os oficiais de arbitragem estarão comprometidos com as determinações e orientação expostas acima, desejamos antecipadamente uma boa competição.
Atenciosamente,
Ricardo Cabral
Supervisor Geral de Polo Aquático CBDA
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Nota dos Árbitros do Rio de Janeiro
Os árbitros do Rio pertencentes ao quadro de arbitragem da FINA e CBDA, por reconhecerem que a CBDA representa o orgão máximo dos esportes aquaticos brasileiros não participarão de forma alguma de eventos promovidos por diferentes associações não representativas, a menos que haja uma autorização da própria Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos.
Roberto Cabral, Edmundo Rodrigues, Andre Dester e Jose Werner
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Pergunta no "Tire sua dúvida"
Pergunta:
Caso haja uma agressão durante o jogo (como no de ontem) e o arbitro não vê, mas um oficial da mesa consegue ver. Qual a atitude que poderá ser aplicada?
Resposta:
Somente o árbitro(s) tem autoridade máxima sobre a partida, se por ventura ocorrer um ato de brutalidade não observado pela arbitragem, o árbitro não pode tomar nenhuma decisão através de relatos dos demais oficiais de arbitragem, sejam eles secretários, cronometristas ou juízes de gol. Em competições oficiais, ou seja, aquelas que são promovidas pelas Federações Nacionais ou Internacionais, o delegado oficial da partida observando o fato pode fazer um relatório contra o agressor e, até mesmo contra aos árbitros envolvidos por omissão, cabendo punição ou não de acordo com o julgamento para ambos.Fatos semelhantes recentemente acontecidos em competições nacionais e internacionais, levaram ao afastamento temporário de árbitros que falharam ao não perceberem uma atitude de brutalidade durante a partida.
Roberto Cabral
Arbitro Internacional FINA
quinta-feira, 26 de maio de 2011
A CONDUTA EXIGIDA DE UM ÁRBITRO DE PÓLO AQUÁTICO
Participei de todos os cursos de árbitros promovidos pela FINA, desde seu início em 2002 (Fort Laudardale – Flórida – EUA) e sempre foi passado para nós quão importante é a nossa conduta para a imagem do esporte e para sermos bem sucedidos em nossa arbitragem. Achei conveniente tocar nesse assunto para relembrar que somos a “autoridade máxima” no campo de jogo e nada ou ninguém deve, sob nenhuma circunstância, interferir no bom andamento das partidas, sob o risco de termos nosso trabalho questionado por todos os interessados no resultado do jogo, qualquer que seja ele.
Gianni Lonzi, presidente do TWPC (Comitê Técnico de Pólo Aquático, na sigla em inglês) da FINA diz em suas palestras que o primeiro mandamento de um árbitro deve ser “evitar confusão” durante os jogos, seja em relação ao seu comportamento, seja em relação à aplicação correta dos conceitos e das regras que regem o esporte. Contudo, nem sempre isso é aplicado e, então, podemos dar margem a atitudes absolutamente inaceitáveis por parte de torcedores, técnicos, jogadores e dirigentes, colocando sob suspeita nossa isenção em relação às partidas que serão conduzidas por nós.
Alguns lembretes se fazem necessários para que essa isenção seja exercida em toda a sua extensão e jamais colocada em dúvida por aqueles que têm interesse direto no resultado das partidas. Entre eles, eu cito:
1 – Chegar cedo ao local da partida e, mesmo sem ainda estar uniformizado para o jogo, verificar as marcações de borda (2 e 5 metros e meio campo), saber se os relógios de tempo de jogo e de posse de bola estão funcionando corretamente e cobrar dos oficiais de arbitragem que atuam na mesa se a súmula da partida já está pronta ou, em caso negativo, se as equipes já forneceram as respectivas relações com os nomes e números dos atletas e os nomes dos 3 oficiais com autorização para permanecerem no banco de reservas;
2 – Estar uniformizado pelo menos 30 minutos antes do início de sua partida, próximo à mesa de controle, para que as equipes saibam que você já está pronto para iniciar seu trabalho e que isso se dará na hora estipulada pela organização da competição;
3 – Não manter conversas paralelas, de nenhum tipo, com torcedores, técnicos, jogadores e dirigentes antes, durante e, principalmente, depois das partidas, sob o risco de ter sua atuação comprometida por insinuações infundadas dependendo do resultado do jogo;
4 – Tratar a todos de forma educada, mas nunca com intimidade, mesmo se aquela pessoa for muito sua amiga. Ali, no campo de jogo, você é o ÁRBITRO da partida, não amigo de ninguém, e essa imagem de isenção e distanciamento contribui, de forma direta, para o sucesso de sua atuação, não importa se você cometa erros ou não, afinal é humanamente impossível acertar as marcações em 100% das jogadas e nossa tarefa é se aproximar o máximo possível dessa condição para não colocarmos dúvidas em relação à nossa isenção e à nossa capacidade como árbitros.
Essa postura é vista de forma regular e contínua em jogos internacionais, e o árbitro que não tem esse tipo de comportamento acaba dificultando seu aproveitamento naquele campeonato, não sendo escalado para jogos que normalmente poderia estar apitando, já que sua conduta não passa confiança aos responsáveis pela escalação dos árbitros.
Portanto, quando estivermos na beira da piscina, não podemos nos esquecer que somos a AUTORIDADE MÁXIMA da partida e que nosso papel ali é o de conduzir a partida no melhor de nossas habilidades, aplicando a regra em toda a sua extensão e saindo da partida como se nem estivéssemos estado ali, tamanha foi nossa discrição e nossa conduta ao longo da partida.
Acredito que a observância desses itens podem servir para manter o alto nível da nossa arbitragem e evitar possíveis cobranças de quem quer que seja, já que elas serão absolutamente infundadas.
Prof. José Werner
Árbitro FINA / CBDA
RESPOSTA DA PERGUNTA 10
Letra D (confirmar o gol). Ao chutar à gol e ter a bola recuperada por seu jogador, a equipe branca ganhou mais 30 segundos de posse de bola, portanto o jogador poderia ter chutado e marcado, como de fato ocorreu.
Essa situação ocorreu de fato, durante a partida Curitibano x Apaufsc, na final do TORNEIO SUL BRASILEIRO realizado em Florianópolis,há 2 semanas atrás. O gol marcado, por completa desatenção da equipe do Curitibano, determinou a virada no placar para a outra equipe e essa venceu o torneio.
José Werner
Arbitro FINA / CBDA
terça-feira, 24 de maio de 2011
Análise da arbitragem no Campeonato Brasileiro Sub-19 de Pólo Aquático Masculino/Feminino
Esse campeonato serviu, entre tantas boas surpresas – excelência da organização, nível técnico acima de esperado, confirmação do talento de determinados atletas – para reafirmar o trabalho consistente que a Coordenação de Arbitragem da CBDA, agora sob o comando direto do árbitro FINA Roberto Cabral, vem realizando no sentido de unificar o mais próximo do possível a aplicação correta não apenas das regras do jogo, mas, sobretudo dos conceitos e principais critérios exigidos pelo TWPC (Comitê Técnico de Pólo Aquático, na sigla em inglês) da FINA e que devem ser aplicados durante todas as partidas.
Os árbitros que atuaram na competição tiveram um desempenho que pode ser considerado muito bom, com a aplicação correta desses conceitos e critérios e com o controle absoluto de suas partidas, não apenas no aspecto técnico, mas também (o que é essencial para o bom andamento das partidas) em seu aspecto disciplinar, controlando o banco de reservas, atuando imediatamente em relação àqueles atletas que não estavam agindo como tal (algumas exclusões com direito foram aplicadas nesse sentido) e colaborando com a organização do evento, iniciando as partidas nos horários previstos.
As exceções não devem ser consideradas como regra e acredito que no Troféu Brasil marcado para junho, numa competição que já se apresenta como a mais disputada e de alto nível técnico já realizada no País, a qualidade de nossa arbitragem será decisiva para fazer desse torneio um dos melhores dos últimos tempos. É claro que alguns acertos ainda se fazem necessários, mas a Coordenação de Arbitragem está atenta a isso e fará os devidos ajustes para que os atletas possam atuar no melhor de suas habilidades e termos excelentes partidas, disciplina absoluta e organização exemplar, o que vem se tornando ao longo desses anos uma das características marcantes dos eventos promovidos pela Gerência Nacional de Pólo Aquático, cargo sob a responsabilidade do Prof. Ricardo Cabral.
Prof. José Werner
Árbitro FINA / CBDA
Pergunta feita no "Tire sua dúvida"
Um jogador que apresentar uma lesão com sangue escorrendo pode continuar jogando ou tem que se retirar da agua e substitui-lo, ou esperar o cessar do sangue, pois foi obvio que foi atingindo pelo jogador adversário?
Resposta:
Pela regra WP 25-2 da FINA, se o árbitro observar sangramento externo no atleta este tem que ser retirado imediatamente da agua. Se a pergunta teve como objetivo analizar o ocorrido no jogo CRF X SESI pelo sub-19, em nenhum momento foi visível o sangramento externo, e o mesmo só foi percebido por um jogador adversário que viu o atleta cuspindo sangue. Quando fui informado, fiquei observando o atleta em questão e o sangramento por ser no interior da boca não era visível ,tanto que o próprio jogador não se sentiu em nenhum momento impedido de continuar o jogo,tendo o mesmo aplicado um pouco de gelo no intervalo. O que é interessante neste episódio é que mais uma vez tenho a certeza de que os jogadores brasileiros não entenderam a diferença entre jogar duro e jogar com agressividade. Em breve vou escrever mais sobre o assunto.
Árbitro FINA
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Tire sua dúvida
A WP Arbitragem Rio criou um formulário para os interessados em tirar suas dúvidas sobre a regra e suas interpretações. As melhores perguntas poderão ser publicadas para que esclareçam também os leitores.
Aproveitem.
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